Corrosão fotónica

Em Corrosão pela luz o auto-retrato fotográfico aproxima-se de uma fronteira do reconhecimento. O sujeito – o fotógrafo – é aqui re-apresentado simplificado, sintetizado, aproximando um ponto de auto-corrosão, de apagamento, de não reconhecimento. A prova desta luz corrosiva é experimentada, é testada, pela via de ferramentas tradicionais da fotografia (luz, foco, des-foque). E assim chegamos a uma fronteira de (des–)reconhecimento da fotografia de retrato convencional. Onde estamos? Próximos da natureza dupla da partícula elementar da luz, o fotão, actualmente pensado como sendo simultaneamente partícula e onda.

 

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