paisagem estranha entranha Arles

O projecto multimedia paisagem estranha entranha, agora na sua terceira versão, foi apresentado na semana profissional dos Les Rencontres de la photographie 2017, em Arles, integrando o Festival Voies Off. Com Armando Ribeiro, o projecto continua o seu percurso na fotografia de paisagem em modo expandido, sendo o género – paisagem – aqui apresentado fragmentado pela práctica.

Esta versão do projecto paisagem estranha entranha teve como base as apresentações anteriores; Tavira (2012) e Porto (2014) receberam as primeiras duas versões, e Arles a terceira. Esta última foi agora possível mostrar a um publico diferente, mais alargado e mais especializado em em fotografia.

Aproveito para agradecer a todos os que tornaram este evento possível:
Corinne Dumas, Patrick Massin, Bruno Lopes, Lai Carneiro, Paula Ferreira, Freya Najade, Jenny Sansom, Julie Hascoët, Chris Scott Moskovich, Anne Holmes, Pedro G. Marques,
José Bacelar, Leonardo Wen, and Mark Van Hoen aka Locust.

Continuar a ler “paisagem estranha entranha Arles”

Fotografias e assuntos de paisagem a Sul

Beatriz Pedrosa
Beatriz Pedrosa
Fernando Brito
Sebastiano Raimondo

sobre Fotografias e assuntos de paisagem a Sul:

Admitindo a ideia de as fotografias construírem paisagens, para além do simulacro da imagem e da sua eventual relação com assuntos e factos, esta exposição pretende ensaiar um território crítico juntando artistas, imagens e paisagens a Sul, da Europa, do Tejo e do Algarve.
A subjectividade das paisagens reinventadas, ordenadas e disciplinadas pelas imagens têm uma perspectiva ideológica do presente e do contemporâneo?
O que é o Sul? É um Lugar? O que é uma paisagem? A paisagem é sempre uma imagem.

Continuar a ler “Fotografias e assuntos de paisagem a Sul”

Convite · Terra Cinza – tomada de consciência · exposição · Ciclo Floresta – Ecossistema Sustentável · Tavira

Miguel Proença · Terra Cinza - Tomada de consciência · exposição · fotografia · mp

Terra cinza – tomada de consciência é apresentada dentro do ciclo Floresta – Ecossistema Sustentável, pela Biblioteca Municipal Álvaro de Campos em colaboração com Tavira em Transição, Movimento de Eco-Cidadania Ativa. Este ciclo inclui esta exposição de fotografia de Miguel Proença e um ciclo de quatro palestras, em torno da temática da floresta.

Inauguração a 21 de Março pelas 17h na Biblioteca Álvaro de Campos.
Design do convite: Patrícia Proença.
Agradecimentos: Paula Ferreira (Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, Tavira),
Maurízio Russo (Land Art), António Costa (Viragem Lab – impressão das provas).

Continuar a ler “Convite · Terra Cinza – tomada de consciência · exposição · Ciclo Floresta – Ecossistema Sustentável · Tavira”

Miguel Proença fotógrafo · mp

Miguel Proença fotógrafo · mp

trabalho

Uma selecção de trabalho de autor em fotografia.

novas

Notícias sobre actividades (trabalho, exposições, ateliers, conferências, e outros), periodicamente actualizado.

publicações

Uma selecção de publicações, mais na página acerca.

acerca

página de contacto e acerca de, com nota biografica, entre outra informação.

en ‣ · mp

Versão Inglesa desta página.

 

 

A Sala de Ruth

A sala de Ruth – instalação com curadoria e produção de Ilídio Salteiro

Ruth, de origem Holandesa, é professora de música no conservatório, vive em Tavira e colecciona obras de arte contemporânea de artistas com que contactou durante os últimos 30 anos. Nesta instalação, A sala de Ruth, com curadoria e produção de Ilídio Salteiro, que ocorre no âmbito dos 30 anos da casa das Artes de Tavira, é apresentada a Sala Ruth e a sua colecção onde figuram obras de:
Ana Hatherly, Bartolomeu Cid do Santos, Catarina Botelho, Costa Pinheiro, Fernanda Fragateiro, Isabel Sabino, Ivo, João Hogan, João Onofre, Jorge Martins, Jorge Pinheiro, Jorge Vieira, José Faria, Julião Sarmento, Júlio Pomar, Manuel Batista, Manuel João Vieira, Margarida Palma, João Vieira, Miguel Proença, Nuno Calvet, Paula Rego, Pedro Cabrita Reis, Pedro Calapez, Pedro Proença, René Bertholo, Samuel Rama, Susana Themlitz, Vespeira e Xana. Continuar a ler “A Sala de Ruth”

Terra cinza re-visitada no Museu de Arqueologia e Etnografia, Setúbal

Terra cinza re-visitada tem por base o trabalho apresentado em 2012, Terra cinza, que partiu de uma motivação e intenção claramente definidas no tempo. A presente exposição apresentada no Museu de Arqueologia e Entografia do Distrito de Setúbal MAEDS resulta de uma rememoração desse trabalho inicial  e do seu relançamento, passados quase três anos. Como premissas orientadoras paraTerra cinza re-visitada recorro a alguns pensamentos sobre a paisagem contemporânea, em geral, e, ao conceito de não lugar, em particular. Do trabalho inicial de 2012 relembro

A motivação e a urgência deste trabalho resultaram de uma visita à serra do Caldeirão, durante os dias dos incêndios devastadores no início do verão de 2012. As relações e vivências ancestrais dos habitantes com a serra foram destruídas de forma violenta em poucos dias. A paisagem que resultou deste “inferno” tornou claro o sentido de um trabalho dominado por pouca e esbatida cor, muito cinzento e preto. Através das fotografias das ruínas da mina de São Domingos a ausência da cor é levada ao extremo do preto e branco, retirando assim àquela paisagem, àquelas ruínas, um dos seus motivos de espanto e permitindo assim evidenciar outros, nem sempre “visíveis”.
mp 2012

A exposição Terra cinza re-visitada integra a iniciativa de mostras do MAEDS intitulada A linha e o espaço, patente no museu até 15 de Setembro, que inclui mais três exposições de Fábio M. Roque (fotografia), Filipe Rodrigues (desenho), e Rogério Paulo Silva (multimedia).  Provas disponíveis.

Alforreca no Charco – Fundação Calouste Gulbenkian, 13-14 Março 2015

FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN, Miguel Proença; Rogério Paulo Silva e Henrique Vieira Ribeiro, FBAUL

Alforrreca no Charco é a peça com que participo neste congresso ao lado das obras de Rogério Paulo Silva e Henrique Vieira Ribeiro, entre outros.

Links:
Congresso da Cidadania
Site da Faculdade de Belas Artes – Eventos | Congresso da Cidadania 

Rogério Paulo Silva
Henrique Vieira Ribeiro

Paisagem estranha entranha · Porto

paisagem estranha entranha - exposição instalação Porto e publicação

Curadoria, com Armando Ribeiro da Exposição/instalação colectiva de fotografia e multimédia, com trabalhos de António Guerra, Armando Ribeiro, Brett Van Ort, Briony Campbell & Duncan Nicol Robertson, Bruno Lopes, Hin Chua, José Manuel Bacelar, José Paulo Ferro, Leonardo Wen, Margarida Dias, Maria Tomé, Marta Covita, Miguel Proença, Natasha Revez, Marta Moreiras, Tim Bowditch & Nick Rochowski, Tito Mouraz, e Valter Ventura.

Mais informação em Evento Facebook, na Galeria Geraldes da Silva, na Casa das Artes (em 2012), e ainda, acerca dos autores consultar a página do projecto paisagem estranha entranha.
Design da publicação de Patricia Proença Design.

English post >

Corta baralha e dá

Sobre corta baralha e dá, “Na galeria do 1º piso Miguel Proença preparou uma intervenção dupla associando a fotografia analógica à digital, sendo que a fotografia é área em que se tem distinguido como autor e investigador. Focando-se na peça de D. José I, Miguel Proença procura desconstruir o olhar “urbano” através das fotografias realizadas no Terreiro do Paço da estátua em bronze de D.José I reportando-se à peça em gesso a partir da qual foi fundida. Virtualmente coloca-a onde nunca poderia estar: na Sala dos Gessos, e como tal ela volta a dialogar com as outras esculturas numa relação de proximidade, através da malha de um tabuleiro de xadrez que evoca o chão bicolorido da sala. Trata-se de subverter a leitura desta obra magnífica de Machado de Castro e polémica ao tempo, pois extraordinário é também o gesso que lhe deu origem, assim como todo o trabalho de fundição”.

Do texto”Emergir”, sobre Corta baralha e dá, de Cristina Azevedo Tavares.

Ficha técnica

Projecto artístico de Maria Tomás e multimédia de Miguel Proença”, Novembro 2013. Casa dos Gessos, do Museu Militar de Lisboa. O trabalho de fotografia envolveu fotografia estereoscópica e está visível em Skenografia. Skenografia esteve exposta no Museu da Imagem e Movimento (m|i|mo (Museu da Imagem em Movimento – catálogo). O catálogo está disponível na página do trabalho.

 Provas:  c. 50×200 cm.